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| Fernando Henrique Cardoso - cena do documentário /Foto: Reprodução |
No ar pelo YouTube desde 6
de dezembro, Quebrando o Tabu, o documentário com Fernando Henrique Cardoso que
propõe um debate sobre a maconha, promete correr ainda mais o mundo. ...
As versões em inglês – Breaking the Taboo, narrada pelo ator Morgan Freeman —, e espanhol — Rompiendo El tabu, narrada pelo ator mexicano Gael Garcia Bernal — estão sendo negociadas para transmissão em canais de TVs estrangeiras.
O filme de Fernando Grostein Andrade já foi visto por
660 mil pessoas na versão de língua inglesa, e 58 mil da hispânica, mas o diretor também criou o canal Quebrando o Tabu na Internet em parceria com o site Benfeitoria — plataforma de financiamento coletivo (crowdfunding) – para levar o filme para a rede e para o YouTube com vídeos semanais de no máximo um minuto.
As pecas trazem depoimentos de ativistas, mães de traficantes e ex-consumidores de LSD para contarem sobre suas experiências. “A questão das drogas é ampla e complexa, não existe apenas um ponto de vista. Foram 178 entrevistados em 18 cidades do mundo que resultaram em 400 horas de gravação. Esse material será revisitado por uma equipe de roteiristas e montadores mantendo nossa discussão atualizada com os acontecimentos no país. Queremos fazer 60 vídeos, podendo chegar a 120 dependendo do valor arrecadado na campanha. Os vídeos serão disponibilizados ao longo de seis meses no canal exclusivo do projeto”, diz a página do coletivo. A meta é arrecadar R$ 165 mil até o dia 6 de março.
As versões em inglês – Breaking the Taboo, narrada pelo ator Morgan Freeman —, e espanhol — Rompiendo El tabu, narrada pelo ator mexicano Gael Garcia Bernal — estão sendo negociadas para transmissão em canais de TVs estrangeiras.
O filme de Fernando Grostein Andrade já foi visto por
660 mil pessoas na versão de língua inglesa, e 58 mil da hispânica, mas o diretor também criou o canal Quebrando o Tabu na Internet em parceria com o site Benfeitoria — plataforma de financiamento coletivo (crowdfunding) – para levar o filme para a rede e para o YouTube com vídeos semanais de no máximo um minuto.
As pecas trazem depoimentos de ativistas, mães de traficantes e ex-consumidores de LSD para contarem sobre suas experiências. “A questão das drogas é ampla e complexa, não existe apenas um ponto de vista. Foram 178 entrevistados em 18 cidades do mundo que resultaram em 400 horas de gravação. Esse material será revisitado por uma equipe de roteiristas e montadores mantendo nossa discussão atualizada com os acontecimentos no país. Queremos fazer 60 vídeos, podendo chegar a 120 dependendo do valor arrecadado na campanha. Os vídeos serão disponibilizados ao longo de seis meses no canal exclusivo do projeto”, diz a página do coletivo. A meta é arrecadar R$ 165 mil até o dia 6 de março.
Por Bruno Astuto
Fonte: ÉPOCA.com - 12/01/2013
Fonte: ÉPOCA.com - 12/01/2013
