segunda-feira, 1 de junho de 2026

Transferiu PIX para golpistas? Veja como funciona o golpe da tarefa remunerada e o que fazer para tentar recuperar seu dinheiro

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imagem: reprodução internet

Por Gleisson Coutinho
01/06/2026 às 16:15

Criminosos usam WhatsApp, Telegram e falsas plataformas de investimento para convencer vítimas a fazer depósitos sucessivos. Saiba identificar os sinais de alerta e conheça seus direitos.

Todos os dias milhares de brasileiros recebem mensagens prometendo renda rápida pela internet. O discurso costuma ser sedutor: "trabalho simples", "ganhos imediatos", "comissões elevadas" e "retorno garantido". Foi exatamente assim que começou o golpe sofrido por um morador do Distrito Federal que acabou perdendo mais de R$ 6 mil em poucas horas.

O caso serve de alerta para qualquer pessoa que receba propostas de investimentos, tarefas remuneradas ou promessas de lucro fácil por meio do WhatsApp, Telegram ou redes sociais.

O que é o golpe da tarefa remunerada?

O golpe da tarefa remunerada é uma fraude cada vez mais comum no Brasil. Os criminosos entram em contato com as vítimas oferecendo trabalho simples pela internet, normalmente relacionado a curtidas em redes sociais, avaliações de produtos ou supostas compras online.

A promessa é de ganhos rápidos e elevados em poucos minutos. Para transmitir confiança, os golpistas costumam realizar pequenos pagamentos iniciais, fazendo a vítima acreditar que o sistema realmente funciona.

Administrar Não é Ser Dono: O Verdadeiro Papel do Gestor Público

gerada por IA


Por Gleisson Coutinho
01/06/2026 às 15:44

A administração dos recursos públicos constitui um dos pilares fundamentais do Estado Democrático de Direito. Mais do que uma obrigação política, a correta aplicação do dinheiro público representa um dever jurídico imposto aos gestores, que devem atuar em conformidade com os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência previstos no artigo 37 da Constituição Federal.
O papel da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)
A responsabilidade na condução das finanças públicas não decorre apenas de uma escolha administrativa, mas de um conjunto de normas que vinculam a atuação dos agentes públicos. A Lei Complementar nº 101/2000, conhecida como Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), estabelece que a gestão fiscal deve ser planejada, transparente e orientada para a prevenção de riscos capazes de comprometer o equilíbrio das contas públicas.
O gestor possui o dever de avaliar continuamente receitas e despesas, adotando medidas que garantam a sustentabilidade financeira da administração.
"Administrar não é atividade de quem é senhor de coisa própria, mas gestor da coisa alheia." — Ruy Cirne Lima
Nesse cenário, ganha relevância a clássica lição do jurista Ruy Cirne Lima. A afirmação traduz a essência da função pública: o governante não administra recursos próprios, mas patrimônio pertencente à coletividade. Cada decisão envolvendo gastos, investimentos ou contratos deve ser orientada pelo interesse público e pela busca da melhor aplicação possível dos recursos disponíveis.

De olho nas contas: Celina Leão tira secretarias do aluguel e coloca Centrad para funcionar após 12 anos



Por Gleisson Coutinho

01/06/2026 às 15:12


A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, deu mais um passo em sua política de controle de gastos e reorganização administrativa ao determinar a ocupação imediata do Centro Administrativo do Distrito Federal (Centrad), complexo localizado em Taguatinga que permaneceu sem utilização plena por mais de uma década.

A decisão faz parte de uma estratégia voltada para a redução de despesas com aluguéis de imóveis utilizados por órgãos do Governo do Distrito Federal. O objetivo é concentrar secretarias e estruturas administrativas em um único espaço, diminuindo custos e tornando a gestão pública mais eficiente. 

O Centrad foi construído para ser o principal centro administrativo do GDF, reunindo diversas áreas do governo em um mesmo local. Apesar de ter sido entregue há anos, o complexo enfrentou uma série de entraves jurídicos e administrativos que impediram sua ocupação definitiva. Agora, a gestão de Celina Leão decidiu colocar o espaço em funcionamento e aproveitar sua estrutura para reduzir despesas que há anos pesam sobre os cofres públicos.

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Quando o Pecado Deixa de Parecer Pecado


O pecado que você não vê, ou acha que não dá em nada, é justamente o mais perigoso. Nem sempre ele chega de forma assustadora. Na maioria das vezes, ele se aproxima devagar, em silêncio, seduzindo a mente, enfraquecendo a consciência e fazendo a pessoa acreditar que está tudo sob controle. O pecado é como uma cobra que hipnotiza sua presa. Ela não ataca primeiro; ela paralisa. O pássaro continua olhando, sem perceber que está perdendo a capacidade de fugir, até que chega o momento em que já não consegue mais escapar. Assim também acontece espiritualmente.

Muitas vezes a pessoa pensa: “isso é pequeno”, “ninguém está vendo”, “todo mundo faz”, “Deus entende”. Mas é exatamente assim que o coração vai se afastando de Deus sem perceber. O inimigo não precisa destruir alguém de uma vez; basta fazê-lo se acostumar com aquilo que antes causava temor. O pecado repetido começa a parecer normal, e aquilo que era errado passa a ser defendido pela própria pessoa.

A Bíblia mostra que o pecado tem aparência agradável no começo, mas o fim dele é destruição. Sansão brincou com aquilo que o afastava de Deus até perder sua força. Judas caminhou ao lado de Jesus, mas alimentou no coração aquilo que parecia pequeno, até chegar à traição. Davi olhou aquilo que não devia, alimentou o desejo e depois viu sua vida mergulhar em dor e consequências. Nenhum deles caiu de uma vez. Primeiro foram cedendo por dentro.

Nunes Marques abre caminho para análise que pode reverter condenação de Jair Bolsonaro no STF

foto reprodução internet

O ministro Nunes Marques deu andamento no Supremo Tribunal Federal ao processo de revisão criminal apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro. A movimentação reacendeu o debate político e jurídico em torno das condenações relacionadas aos atos investigados pela Corte.

A decisão determinou a abertura de prazo para manifestação da Procuradoria-Geral da República, etapa considerada essencial antes da análise do mérito do pedido. A defesa do ex-presidente busca a anulação da condenação, alegando supostas irregularidades no andamento do processo e apontando possíveis falhas na produção das provas utilizadas durante o julgamento.