segunda-feira, 25 de maio de 2026

Celina Leão mostra gestão eficiente no DF com avanços na saúde, equilíbrio fiscal e resultados para a população, á gestão que funciona

Celina Leão não é uma estreante na política do Distrito Federal. Antes de assumir o comando do GDF, ela já havia construído uma trajetória sólida, foi eleita deputada distrital por duas vezes, chegando à presidência da Câmara Legislativa do DF, exerceu o mandato de deputada federal, e, em 2022, foi eleita vice-governadora na chapa de Ibaneis Rocha. Essa experiência acumulada nos três poderes e em diferentes esferas de governo lhe conferiu capilaridade política, trânsito institucional e conhecimento das engrenagens do Estado, ativos que agora, na condição de governadora em exercício definitivo, começam a ser convertidos em decisões próprias e prioridades concretas.

foto: reprodução internet

A nova fase do Governo do Distrito Federal começa com uma leitura política clara, a chapa eleita em 2022 teve em Celina Leão uma peça central de sustentação eleitoral, e, agora, com a posse definitiva, a governadora passa a conduzir diretamente as decisões que antes não estavam plenamente em suas mãos como vice.

Ibaneis Rocha foi reeleito governador do Distrito Federal em 2022 no primeiro turno, pela chapa formada com Celina Leão como vice-governadora, alcançando 50,31% dos votos válidos. A leitura política desse resultado precisa considerar que a vitória não foi apenas de uma candidatura individual, mas de uma composição majoritária. Nesse sentido, a presença de Celina na chapa fortaleceu a base política, ampliou a capilaridade eleitoral e deu sustentação a um projeto que conseguiu vencer sem segundo turno.

É importante reconhecer que, na condição de vice-governadora, Celina Leão não detinha a condução plena da máquina pública. O vice integra o governo, participa da articulação política e pode influenciar agendas, mas a decisão final sobre prioridades administrativas, orçamento e execução direta pertence ao titular do Executivo. Por isso, a avaliação do atual momento deve ser feita a partir de uma nova realidade, Celina deixou a posição de vice e passou a exercer, de forma definitiva, o comando do GDF.

A mudança política central é esta: antes, Celina compunha a chapa e ajudava a sustentar o governo. Agora, ela governa diretamente, imprime sua própria marca administrativa e assume a responsabilidade de reorganizar prioridades em áreas sensíveis, especialmente saúde pública, controle de gastos e presença do Estado nas regiões administrativas.

Da força eleitoral da chapa à liderança própria de Celina

A eleição de 2022 demonstrou que a chapa Ibaneis-Celina tinha força suficiente para superar os adversários logo no primeiro turno. Entretanto, a leitura política posterior mostra que a presença de Celina não pode ser tratada como elemento secundário. Sua participação na composição majoritária ajudou a consolidar apoios, dialogar com diferentes segmentos do Distrito Federal e dar equilíbrio político à candidatura.

Depois da renúncia de Ibaneis Rocha para disputar o Senado, Celina Leão assumiu definitivamente o Governo do Distrito Federal em cerimônia realizada na Câmara Legislativa do DF, em 30 de março de 2026. A partir desse marco, a governadora deixou de ser apenas parte da composição eleita e passou a ser a principal responsável pela condução administrativa, política e fiscal do Distrito Federal.

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Políticos condenados e com pendências na Justiça podem ficar fora das eleições após voto de Cármen Lúcia no STF

FOTO: REPRODUÇÃO INTERNET


A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, votou nesta sexta-feira (22) pela inconstitucionalidade das mudanças promovidas na Lei da Ficha Limpa por meio da Lei Complementar nº 219/2025. O julgamento ocorre no plenário virtual da Corte e analisa a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 7881, que questiona a flexibilização das regras de inelegibilidade aprovadas pelo Congresso Nacional.

As alterações aprovadas abriram possibilidade para que políticos condenados voltem a disputar eleições em prazo menor. Entre os nomes frequentemente citados nos debates sobre o tema estão Anthony Garotinho, Eduardo Cunha e José Roberto Arruda.

Um dos principais pontos questionados pela relatora foi a criação de um limite máximo de 12 anos para inelegibilidade em casos de condenações sucessivas por improbidade administrativa. Para a ministra, a mudança representa um enfraquecimento dos mecanismos de proteção à moralidade administrativa e aos princípios republicanos.

No voto apresentado ao STF, Cármen Lúcia afirmou que as modificações promovidas pela nova legislação alteram critérios relacionados à contagem dos prazos de inelegibilidade e configuram um retrocesso em relação às garantias estabelecidas anteriormente pela própria Lei da Ficha Limpa.

quinta-feira, 14 de maio de 2026

PCDF prende investigado por maus-tratos contra criança em Santa Maria



A Polícia Civil do Distrito Federal—PCDF, por intermédio da Seção de Atendimento à Mulher (SAM) da 33ª DP, efetuou a prisão em flagrante de um homem, de 27 anos, pelo crime de maus-tratos sob a égide da Lei Henry Borel. A ação ocorreu nesta quarta-feira (13), na QR 118 de Santa Maria.

A investigação teve início após a vítima, uma criança de apenas quatro anos de idade e filho do envolvido, comparecer à creche apresentando diversas lesões e hematomas pelo corpo. Diante da gravidade dos sinais, a instituição de ensino acionou o Conselho Tutelar para acompanhar o caso.

O Conselho Tutelar reportou os fatos imediatamente à 33ª DP. A equipe policial diligenciou prontamente ao local indicado, onde logrou êxito em localizar o capturado e realizar a prisão em flagrante.

O detido foi conduzido à unidade policial e, após os procedimentos legais, encaminhado à Divisão de Controle e Custódia de Presos (DCCP), onde permanece à disposição do Poder Judiciário.

Assessoria de Comunicação – PCDF
PCDF, excelência na investigação



FONTE: PCDF

quinta-feira, 30 de abril de 2026

Senado quebra tradição de mais de um século e rejeita indicação ao STF pela primeira vez desde 1894



A rejeição do nome de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal marcou um dos episódios mais simbólicos da política recente brasileira. Com placar de 42 votos contrários e 34 favoráveis, o Senado impôs uma derrota direta ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em um movimento que não acontecia há mais de um século. 

O fato é histórico. A última vez que um indicado ao STF havia sido barrado pelo Senado ocorreu em 1894, o que evidencia a gravidade política da decisão atual. Esse dado, por si só, já coloca o episódio como um marco institucional, demonstrando uma ruptura relevante na relação entre o Executivo e o Legislativo.

Mais do que uma simples rejeição, o resultado expôs fragilidade política do governo federal. Analistas apontam que a votação refletiu insatisfação de parlamentares e dificuldades de articulação do Executivo junto ao Congresso. A derrota também ocorreu em um momento sensível, com o país se aproximando de eleições nacionais, o que aumentou o peso político da decisão. 

O impacto eleitoral é inevitável. A rejeição de um nome ao STF, algo raro e institucionalmente significativo, sinaliza perda de força política e dificuldade de construção de maioria. Em cenários semelhantes ao longo da história política, episódios dessa magnitude costumam refletir diretamente na percepção popular sobre governabilidade e liderança.

Além disso, o resultado reforça uma leitura de que o Senado respondeu não apenas a uma indicação, mas ao contexto político mais amplo. Parlamentares ligados à oposição e até setores independentes se posicionaram contra, evidenciando que a votação ultrapassou critérios técnicos e assumiu caráter político e estratégico. 

Outro ponto relevante é que a derrota ocorreu a poucos meses das eleições, o que aumenta ainda mais sua repercussão. Há avaliação de que parte dos senadores preferiu deixar a escolha do próximo ministro para o futuro governo, dependendo do resultado das urnas. Isso reforça a ideia de que o cenário político está em disputa aberta.

Nesse contexto, a rejeição do nome indicado pelo governo acaba sendo interpretada como um indicativo de desgaste político. Quando um presidente não consegue aprovar sequer um nome para a mais alta Corte do país, evidencia-se uma dificuldade de articulação que pode refletir diretamente no processo eleitoral.

Ao mesmo tempo, o episódio demonstra que o Senado atuou de forma soberana, exercendo seu papel constitucional de freio e contrapeso. A decisão, embora política, segue dentro da normalidade institucional e revela o funcionamento do sistema democrático brasileiro.

Diante disso, o cenário que se desenha é de tensão política crescente e incerteza eleitoral. A derrota no STF não é um fato isolado, mas um sinal relevante dentro de um contexto maior, que pode influenciar diretamente os rumos da próxima eleição presidencial.

Independentemente das interpretações, o episódio já entrou para a história como um divisor de águas na relação entre os poderes e como um indicativo de que o ambiente político brasileiro vive um momento de forte polarização e disputa por espaço.


Fonte: A redação

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Absolvição de Celina Leão é mantida enquanto recurso segue para julgamento no TJDFT



A Celina Leão foi absolvida das acusações no âmbito da Operação Dracon por sentença proferida em 03 de novembro de 2025 pela 8ª Vara Criminal de Brasília. A decisão foi tomada após a análise completa do processo, no qual o Judiciário entendeu não haver provas suficientes de materialidade e autoria que sustentassem uma condenação.

A absolvição ocorreu ao final de regular instrução processual, com respeito ao devido processo legal, ao contraditório e à ampla defesa. Na prática, isso significa que a Justiça examinou os elementos apresentados e concluiu que não ficou comprovada a culpabilidade, resultando no reconhecimento da inocência no âmbito da decisão de primeira instância.

O processo é público e pode ser consultado por qualquer cidadão. Na primeira instância, a consulta pode ser feita pelo site https://pje-consultapublica.tjdft.jus.br/, utilizando o número 0008245-98.2018.8.07.0001. A transparência permite que a população acompanhe os fatos diretamente na fonte oficial.

terça-feira, 21 de abril de 2026

O ontem absolutista que hoje se repete: 21 de abril como espelho

Foto: reprodução internet

POR GLEISSON COUTINHO

O feriado de 21 de abril, em homenagem a Tiradentes, deveria servir apenas como lembrança da luta contra a opressão estatal. No entanto, ao olhar o Brasil de hoje, não vejo apenas história, vejo um reflexo preocupante do passado. Tiradentes foi morto por enfrentar um sistema que não admitia questionamentos. E hoje, mesmo sob a Constituição Federal de 1988, entendo que estamos vivendo uma realidade em que o poder volta a ultrapassar limites, ainda que sob outra roupagem institucional.

Na minha visão, o Supremo Tribunal Federal, especialmente a partir de 2018, assumiu um protagonismo que elevou a tensão institucional a níveis nunca antes vistos. O que deveria ser um guardião da Constituição passou a atuar como agente ativo de decisões com forte impacto político, julgando e condenando pessoas por suposta abolição do Estado Democrático de Direito com base em interpretações que considero amplas e questionáveis.

sábado, 18 de abril de 2026

GDF decreta luto oficial de três dias pela morte de Oscar Schmidt


O Governo do Distrito Federal decretou, neste sábado (18/04), luto oficial de três dias em razão do falecimento de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do esporte brasileiro. A medida foi formalizada por meio do Decreto nº 48.500, assinado pela governadora Celina Leão.

Reconhecido nacional e internacionalmente, Oscar Schmidt construiu uma trajetória marcante no basquete, sendo símbolo de dedicação, talento e amor ao esporte. Sua morte representa uma grande perda não apenas para o meio esportivo, mas para todo o país, que acompanhou ao longo de décadas sua brilhante carreira dentro e fora das quadras.

No decreto, o Governo do Distrito Federal destaca a relevância da figura de Oscar Schmidt, justificando a homenagem oficial como forma de reconhecimento à sua contribuição ao esporte brasileiro. Durante o período de luto, a bandeira do Distrito Federal deverá ser hasteada a meio-mastro em todos os órgãos públicos.

quinta-feira, 16 de abril de 2026

Ex-presidente do BRB é preso em operação da PF




A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (16/4), uma nova etapa da Operação Compliance Zero, resultando na prisão do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa. O advogado Cleber Lopes, que representa a defesa de Paulo Henrique, confirmou a operação ao Correio e afirmou que o mandado de prisão tem natureza processual, não se tratando de responsabilidade penal. O executivo é suspeito de ter facilitado negócios sem lastro entre o BRB e o Banco Master, violando práticas de governança.

A nova fase da operação, autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, cumpre dois mandados de prisão preventiva e sete de busca e apreensão no Distrito Federal e em São Paulo. Estão sendo investigados os crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, infrações financeiras e organização criminosa.

As acusações contra Paulo Henrique Costa

Prejuízo bilionário ao BRB: Investigações apontam que o BRB comprou aproximadamente R$ 21,9 bilhões em carteiras de crédito do Banco Master, operações que teriam causado um prejuízo calculado em cerca de R$ 5 bilhões à instituição pública. O Banco Central chegou a barrar a tentativa de compra do Master pelo BRB em setembro de 2025.

domingo, 12 de abril de 2026

Celina Leão quebra silêncio sobre 8 de janeiro e contesta versões que circulam nas redes

Foto: Celina Leão 

A atual governadora do Distrito Federal, Celina Leão, trouxe a público sua versão sobre os acontecimentos de 8 de janeiro durante participação em um podcast, rebatendo o que classificou como “fake news” e apresentando um relato direto de sua atuação no momento da crise.

Segundo a governadora, ao contrário do que vem sendo divulgado, ela não estava presente nos locais de invasão no início dos atos. Celina afirmou que se encontrava em casa, em um almoço, quando recebeu uma ligação do então presidente da Câmara, Arthur Lira, informando que o governador Ibaneis Rocha não estava sendo localizado e que os prédios dos Três Poderes estavam sendo invadidos.

De acordo com o relato, após o alerta, ela se dirigiu imediatamente à residência do governador, onde recebeu a determinação de atuar diretamente na linha de frente da crise. “Saí correndo de casa e fui para a casa do governador para organizar a resposta do Governo do Distrito Federal”, afirmou.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

O Labirinto da Reclamação: Quando Nada é Suficiente

Você já percebeu como existem pessoas para as quais nada basta, nada serve e nada satisfaz?


Por mais que se faça, por mais boa vontade que exista, sempre haverá uma nova queixa, uma nova crítica, um novo motivo para demonstrar descontentamento. No dia a dia, seja em casa, entre amigos ou no ambiente de trabalho, convivemos com esse tipo de postura que transforma a reclamação em modo de viver. Se um benefício não é concedido, reclama-se da falta de consideração; se é concedido, reclama-se da forma, da data, do critério ou de qualquer detalhe secundário. Ou seja, o problema muitas vezes não está na realidade dos fatos, mas na disposição interior de quem escolheu olhar tudo pela lente da insatisfação.

Esse comportamento revela algo profundo: para certas pessoas, reclamar já não é apenas reação a uma situação específica, mas expressão de um estado de espírito. A mente se acostuma ao negativo, o coração se apega ao descontentamento, e a pessoa passa a encontrar defeito até mesmo naquilo que, para outros, seria motivo de gratidão. Nesses casos, a solução quase nunca resolve, porque o que sustenta a reclamação não é o problema em si, mas a necessidade constante de protestar, de se colocar como vítima ou de alimentar uma narrativa de injustiça permanente.

A Bíblia trata isso com muita clareza quando diz: “Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas” (Filipenses 2:14). O sentido dessa passagem é profundamente atual. A murmuração não é apenas uma reclamação verbal; ela é um reflexo de inquietação interior, de resistência, de ingratidão e, muitas vezes, de incapacidade de reconhecer o bem que já foi recebido. Quando o texto bíblico orienta a fazer tudo sem murmurações, ele não está pedindo passividade cega, mas ensinando maturidade espiritual, equilíbrio emocional e sabedoria nas relações. Nem toda crítica é ilegítima, mas quando a reclamação se torna hábito, ela deixa de ser instrumento de melhora e passa a ser ferramenta de desgaste.

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