a) Partido forte, eleição fraca
Kassab fundou o PSD, um
partido que ainda não tem cara, nem ideologia (aliás, será que partidos tem
ideologias, já tiveram?). Para isso, teve que se abdicar do cargo de prefeito,
deixando em segundo plano os esforços que poderiam ser aplicados em sua última
gestão. Certo, errado? Os dois.
Acertou com o PSD e construiu
o 3.maior partido do país, operndo forças e lideranças nos 4 cantos (com muitos
prefeitos já eleitos). No entanto, Errou ao cimentar as pretensões ao governo
do estado em 2014, já que deixa a prefeitura sob péssima avaliação (*fato que
culminou com a derrota de seu apoiado, Serra – evidentemente, e a vitória do
novo, de alguém diferente – Haddad). Não há como negar que perto de Alckmin em
2014, será diminuto, apequenado – e não terá apoio da esquerda pra qualquer voo
maior (por ora…).
O PSD é novo PMDB? O que virá
daqui 02 anos, já que a derrota de Alckmin é latente?
b) Partido fraco, eleição
forte
Do outro lado, Marina Silva.
Uma mulher que saiu do PT e ingressou no PV com muitos desejos e sonhos,
semeando e angariando 20% do eleitorado brasileiro em 2010.
Entreanto, enganada ou
desiludida pela diretoria daquela agremiação/momento político, decidiu
abandonar o barco, e agora reiniciará seu caminho em busca de uma nova
possibilidade político-partidária e uma pretensão messiânica (mais remotas?)
para 2014.
Marina terá um novo partido
ou o novo partido terá Marina? É possível pensar verdadeiramente em algo a
curto prazo? Com ou sem o PSDB?
Fonte: Guga Fleury
